Durante dezoito anos, aquela mulher encurvada estava toda semana na sinagoga, ouvindo as pregações, louvando, ofertando e sacrificando, mas sem nenhuma solução para o seu problema. Hoje, temos muitos vivendo como essa mulher: vida pessimista, encurvada, oprimida por cargas e fracassos durante anos. Jesus a contemplou nos últimos bancos, na ala das mulheres, sentiu compaixão pela dor daquela mulher, parou tudo e a chamou para frente, para a ala dos homens, quebrando totalmente o protocolo da tradição e, diante de todos, libertou-a de todo seu tormento.O dia de sábado é expressão máxima daquilo que Jesus realiza ao curar a mulher: a comemoração da pessoa libertada. O povo se enche de alegria ao ver como o dia santificado é sinal da vida que Deus dá aos homens, e não um dia de simples rituais obrigatórios pré estabelecidos.Jesus afirma que aquela mulher estava cativa e era “filha de Abraão”, ou seja, era israelita, filha da promessa, mas Satanás a havia escravizado.Não é apenas Satanás quem faz as pessoas se curvarem. O pecado (Salmo 38,6), a tristeza (Salmo 42,5), o sofrimento (Salmo 44,25), entre outros, também podem ter esse efeito. Jesus é o único capaz de libertar o cativo.Os poderosos e dominadores da sociedade não gostam que os oprimidos sejam libertados,Deixemo-nos conduzir pelo Espírito Santo de Deus, para que sejamos de fato filhos de Deus e morada do seu amor.Louvor e Glória ao Senhor!
Olá Ceiça! Que postagem edificante! Qualquer hora, qualquer instante é o momento de adoração e de abrir o coração ao Senhor, sem desanimar, mesmo que a resposta demore.
ResponderExcluirTenha uma excelente semana. Abraço de um blogueiro navegante.
“Para o legítimo sonhador não há sonho frustrado, mas sim sonho em curso.” (Jefhcardoso)
Convido para leia e comente “A PEQUENA LOJA” em meu blog http://jefhcardoso.blogspot.com e, caso goste, conto com a sua divulgação para ao menos mais um amigo; obrigado!