quinta-feira, 2 de outubro de 2014

"Nada vai nos impedir de proclamar o amor à vida", afirma auxiliar do Rio de Janeiro na Semana Nacional da Vida

Foto: Cláudia Brito (ACI Digital)
RIO DE JANEIRO, 01 Out. 14 / 09:03 pm (ACI).- Nesta quarta-feira, a Igreja no Brasil celebra o início da Semana Nacional da Vida, que acontecerá até 8 de outubro, Dia do Nascituro. Na Arquidiocese do Rio, a missa de abertura foi celebrada no Santuário do Cristo Redentor pelo bispo auxiliar Dom Antonio Augusto Dias Duarte. A Eucaristia, que foi concelebrada pelo vigário episcopal do Vicariato Norte, Pe. Cláudio dos Santos, trouxe dezenas de fiéis e defensores da vida à Capela de Nossa Senhora Aparecida, situada aos pés do monumento.
"Nos colocamos diante do Cristo Redentor, Aquele que ao assumir a nossa condição humana mostrou o valor divino e humano da vida. Jesus deu a própria vida para que nós pudéssemos ter vida em abundância. Esta celebração é muito simbólica por acontecer aos pés d'Aquele que é a vida, o caminho e a verdade para nós", destacou Dom Antonio na ocasião.
Na homilia, o bispo ressaltou o testemunho de Santa Teresinha, cuja memória se celebra hoje. Segundo Dom Antonio, a jovem que morreu aos 24 anos e se tornou doutora da Igreja tem muito a ensinar. "Em uma de suas cartas, Santa Teresinha diz: 'Amor atrai amor'.  Nosso amor apaixonado por Deus atrai amor por nós mesmos e pelos outros. Da mesma forma que aconteceu com ela, devemos entender que nosso valor consiste em sermos amados por Deus. Essa é a razão de amarmos a vida", explicou.
Dom Antonio afirmou que os atentados contra a vida humana, na cultura do descarte, são consequência não apenas de uma ideologia, mas são causados por corações que não sabem amar a si mesmos.
"Pessoas que não amam a própria vida não sabem amar a vida do outro", observou.
O bispo ressaltou ainda que os defensores da vida precisam estar de braços abertos, como o Cristo Redentor.
"As pessoas buscam ver neste santuário um coração exposto. Nós somos pessoas que promovem o amor, o cuidado e a acolhida da vida em qualquer circunstância e momento, não somos contra ninguém. Assim como nada pode impedir o amor de Deus por cada um de nós, por maior que seja o ódio, nada vai nos impedir de proclamar o amor à vida. É necessário deixar em evidência o que é essencial. Precisamos proclamar esse amor apaixonado de Deus, que dá valor e sentido a vida humana. Que possamos lembrar sempre que sob a nossa vida tem um amor divino, o coração de Deus bate forte por nós!", finalizou Dom Antonio.
No final da Eucaristia inaugural do evento que acontece simultaneamente em todas as dioceses do Brasil, a coordenadora estadual do Movimento da Cidadania pela Vida, Brasil sem Aborto - RJ, Maria José da Silva, destacou ainda: "Iniciamos hoje esse grande clamor pela proteção da dignidade da pessoa humana. Que toda a sociedade possa propagar a cultura da vida, enaltecendo tanto o valor do bebê no ventre materno quanto o valor das mulheres que necessitam de amparo para que possam dar à luz". "Lutamos por um Brasil livre do aborto, um país sem violência", concluiu.
Para ajudar a destacar o evento e conhecer a programação confira o material preparado pela CNBB para a este especial momento da vida da Igreja no Brasil:
http://www.cnpf.org.br/downloads/cat_view/59-semana-nacional-da-vida-snv-2014
Fonte: Acidigital

Homilia em Santa Marta -Todos nós temos um anjo

2014-10-02 L’Osservatore Romano
Todos nós temos um anjo sempre ao nosso lado, que nunca nos deixa sozinhos e que nos ajuda a não errar o caminho. E se soubermos ser como crianças, conseguiremos evitar a tentação da auto-suficiência, que leva à soberba e ao carreirismo exasperado. Foi precisamente o papel decisivo dos anjos da guarda na vida dos cristãos que o Papa evocou no dia da sua festa, durante a missa de 2 de Outubro em Santa Marta.
São duas as imagens – o anjo e a criança – que «a Igreja nos faz ver na liturgia de hoje». O livro do Êxodo (23.20-23a), em especial, propõe-nos «a imagem do anjo» que «o Senhor oferece ao seu povo para o ajudar no seu caminho». Lê-se: «Mando um anjo à sua frente para te preservar no caminho e para te fazer entrar no lugar que te preparei». Portanto, «a vida é um caminho, a nossa vida é uma senda que termina naquele lugar que o Senhor nos preparou».
Contudo, «ninguém caminha sozinho!». E «se alguém de nós julgar que pode caminhar sozinho, cometeria um erro enorme», que «é a soberba: pensar que é grande!» e acaba por ter a atitude de «suficiência» que o leva a dizer a si mesmo: «Eu posso, consigo» sozinho.
Mas o Senhor dá uma indicação clara ao seu povo: «Vai, farás o que eu te disser. Caminharás na tua vida, mas dar-te-ei uma ajuda que te recordará continuamente o que deves fazer». Assim, «diz ao seu povo como deve ser a atitude diante do seu anjo». Eis a primeira recomendação: «Respeita a sua presença». E depois: «Ouve a sua voz e não te revoltes contra ele». Por isso, além de «respeitar», é preciso saber também «ouvir» e «não se revoltar».
No fundo, explicou o Papa, «é a atitude dócil, mas não específica, da obediência devida ao pai, própria do filho». Trata-se da «obediência da sabedoria, de ouvir os conselhos e escolher o melhor, segundo os conselhos». E é preciso «manter o coração aberto para pedir e ouvir conselhos».
O trecho do Evangelho de Mateus (18,1-5.10) propõe a segunda imagem, da criança. «Os discípulos perguntavam-se quem era o maior deles. Havia uma disputa interna: o carreirismo. Eles, que eram os primeiros bispos, sentiam a tentação do carreirismo» e diziam uns aos outros: «Quero ser maior do que tu!». A este propósito, Francisco realçou: «Não é um bom exemplo que os primeiros bispos tenham agido assim, mas é a realidade».
Mas «Jesus ensina-lhes a atitude autêntica»: chama uma criança, põe-na no meio deles e indica-lhes expressamente «a docilidade, a necessidade de conselho e de ajuda, pois a criança é o sinal de tais carências para ir em frente».
«O caminho é este», garantiu o Pontífice, e não aquele de estabelecer «quem é maior». Na realidade, «será maior» aquele que se tornar como uma criança. Aqui o Senhor «faz uma ligação misteriosa que não se pode explicar, mas é verdadeira», e diz: «Guardai-vos de menosprezar um só destes pequeninos, porque vos digo que os seus anjos contemplam sem cessar a face do meu Pai que está nos céus».
Em síntese, «é como se dissesse: se tiverdes uma atitude de docilidade, de ouvir os seus conselhos com o coração aberto, de não desejar ser maiores, de não querer caminhar sozinhos pela senda da vida, estareis mais próximos da atitude de uma criança, mais próximos da contemplação do Pai».
«Segundo a tradição da Igreja, todos nós temos um anjo, que nos preserva e nos dá conselhos». De resto, disse o Papa, «quantas vezes ouvimos: “Deverias agir assim... isto não está bem... presta atenção!”». É «a voz deste nosso companheiro de viagem». E podemos estar «certos de que, com os seus conselhos, ele nos guiará até ao fim da nossa vida». Por isso, é preciso «ouvir a sua voz, sem se revoltar». Aliás, «a rebelião, o desejo de ser independente, é algo que todos nós temos: é a mesma soberba que também o nosso pai Adão teve no paraíso terrestre». Por isso, a cada um o Papa dirigiu este convite: «Não te revoltes, segue os seus conselhos!».
Na realidade, «ninguém caminha sozinho, nem pode pensar que está sozinho: este companheiro está sempre presente». Sem dúvida, às vezes, «quando não queremos ouvir o seu conselho, a sua voz, dizemos-lhe: “Vai embora!”». Mas «expulsar o companheiro de caminho é perigoso, pois nenhum homem ou mulher pode aconselhar-se sozinho». Com efeito, recordou Francisco, «há o Espírito Santo, o anjo, que me aconselha».
Depois, o Papa convidou a não considerar «a doutrina dos anjos um pouco fantasiosa», pois trata-se de uma «realidade». Foi «o que Jesus, o que Deus, disse: “Mando um anjo à sua frente para te preservar no caminho e para que não erres”».
Em conclusão, o Papa propôs uma série de perguntas a fim de que cada um possa fazer um exame de consciência: «Como é a minha relação com o meu anjo da guarda? Ouço-o? Digo-lhe bom dia, de manhã? Digo-lhe preserva-me durante o sono? Falo com ele? Peço-lhe conselhos? Ele permanece ao meu lado?». A estas perguntas, disse, «hoje podemos responder» para averiguar «como é a nossa relação com o anjo que o Senhor mandou para nos preservar e acompanhar, e que vê sempre o rosto do Pai que está nos céus».
Fonte: News.VA

Papa Francisco volta a defender cristãos e minorias perseguidos

2014-10-02 Rádio Vaticana
Cidade do Vaticano (RV) – O Papa Francisco recebeu na manhã desta quinta-feira, no Vaticano, o Catholicos Patriarca da Igreja Assiria do Oriente, Mar Dinkha IV, junto com uma delegação que participará de um encontro sobre a crise no Oriente Médio.
No discurso que proferiu, o Santo Padre inicialmente expressou a alegria de poder acolher o Patriarca junto ao túmulo do Apóstolo Pedro e agradeceu as palavras a ele dirigidas momentos antes pelo Catolicos.
O Santo Padre sublinhou em seguida que o encontro é marcado pelo sofrimento, que ele compartilha, por causa de guerra, que está atravessando diversas regiões do Oriente Médio, e em particular pelas violências que estão atingindo os cristãos e os pertencentes a outras minorias religiosas, especialmente no Iraque e na Síria.
“Quantos de nossos irmãos e irmãs estão sofrendo perseguição diariamente! Quando pensamos em seu sofrimento, nos vem expontâneo ir além das distinções de rito ou de confissão: neles está o corpo de Cristo, que, ainda hoje, é ferido, atingido, humilhado. Não há razões religiosas, políticas ou econômicas que possam justificar o que está acontecendo a centenas de milhares de homens, mulheres e crianças inocentes. Sentimo-nos profundamente unidos na oração de intercessão e na ação de caridade para com esses membros do corpo de Cristo que estão sofrendo".
Em seguida o Papa Francisco destacou que a visita do Catholicos Patriarca da Igreja Assiria do Oriente, é um ulterior passo avante no caminho de uma crescente proximidade e comunhão espiritual, após amargas incompreensões dos passados.
O Santo Padre recordou que vinte anos atrás, a Declaração Cristológica comum assinada pelo Catolhicos e por João Paulo II foi a pedra fundamental do caminho em direção da plena comunhão. E Francisco assegurou o seu pessoal compromisso de continuar o caminho ao longo desta estrada, aprofundando ainda mais as relações de amizade e comunhão que existem entre a Igreja de Roma e a Igreja Assíria do Oriente.
O Papa Francisco destacou também que segue através da oração o trabalho da Comissão mista para o diálogo teológico entre a Igreja Católica e a Igreja Assíria do Oriente, para que graças a ele se aproxime o dia bendito no qual “poderemos celebrar no mesmo altar o sacrifício de louvor, que nos torna uma só coisa em Cristo”.
“O que nos une e já muito mais do que nos separa, por isso nos sentimos impulsionados pelo Espírito a partilharmos, desde agora, os tesouros espirituais das nossas tradições eclesiais, para vivermos como verdadeiros irmãos, compartilhando os dons que o Senhor não cessa de conceder às nossas Igrejas, como sinal de sua bondade e misericórdia”. (SP)
Fonte: News.VA

Francisco aos sobreviventes do naufrágio em Lampedusa: "Rezo para que as portas fechadas se abram"

2014-10-01 Rádio Vaticana

Cidade do Vaticano (RV) – O Papa Francisco encontrou às 16h30min desta quarta-feira, na ‘Saleta’ localizada junto à Sala Paulo VI, uma delegação de sobreviventes e familiares do naufrágio ocorrido há um ano, em 3 de outubro de 2013, na costa da Ilha de Lampedusa (sul da Itália), quando perderam a vida 368 imigrantes.

A delegação era formada por 37 pessoas, todos eritreus, provenientes de diversos países europeus onde foram acolhidos, na maior parte dos casos, por familiares já residentes. Entre estes países estão Alemanha, Suécia, Noruega, Holanda e Dinamarca. Outros sobreviventes deverão se unir ao grupo para as cerimônias a serem realizadas em 3 de outubro próximo.
Um dos refugiados dirigiu algumas palavras em inglês ao Santo Padre, pedindo a ele apoio e sustento, como por exemplo, para o reconhecimento de corpos, o que em certos casos, ainda aconteceu. Outro refugiado dirigiu algumas palavras ao Papa Francisco em sua língua materna. Uma jovem, por sua vez, agradeceu o Papa pelas diversas formas de apoio e ajuda para os migrantes e os refugiados.
Dirigindo-se em italiano aos presentes e visivelmente comovido, o Papa afirmou sentir “coisas que não podem ser ditas, pois não encontro palavras para dizê-las. Tudo o que vocês sofreram se contempla no silêncio, se chora e se procura um modo de se estar próximo”. E ainda: “Às vezes quando parece que se chegou ao porto, existem coisas muito duras. Se encontra as portas fechadas e não se sabe para onde ir. Mas existem muitas pessoas que têm o coração aberto para vocês. A porta do coração é a mais importante nestes momentos. Peço a todos os homens e mulheres da Europa para abrirem as portas do coração!... Quero dizer que estou próximo a vocês, rezo por vocês, rezo para que as portas fechadas se abram!”.
Uma escultura de ferro, representando uma garrafa no mar com uma família dentro, foi oferecida ao Santo Padre. Ao final do encontro, Francisco saudou pessoalmente, um por um dos presentes.
A delegação foi organizada pelo “Comitê 3 de outubro”, presidido por Tareke Brhane e acompanhada pelo Elemosineiro Pontifício, Dom Konrad Krajewski, e pelo Padre Giovanni Lamanna, ex-Presidente do Centro Astalli dos Jesuítas para refugiados.
Neste dias foi apresentada uma proposta de lei para que o dia 3 de outubro seja reconhecido como “Dia em memória às vítimas do mar”. (JE)

Fonte: News.VA

Papa Francisco envia mensagem por ocasião da Caminhada pela Vida em Portugal

014-10-02 Rádio Vaticana
O Papa Francisco enviou uma mensagem aos participantes da Caminhada pela Vida 2014, que se realiza neste sábado em Lisboa, Portugal, onde destaca que esta acção “testemunha a alegria do dom da vida e a beleza da família”.
“Deus semeou no coração do homem os valores morais fundamentais e, assim, a missão primeira que lhes cabe é esclarecer as potencialidades já presentes na consciência de cada pessoa, certos que tais potencialidades, com a ajuda da graça divina (...), podem atingir as dimensões do heroísmo”, escreveu o Papa na mensagem enviada à Federação Portuguesa pela Vida (FPV), que organiza a Caminhada pela Vida 2014.
Segundo o comunicado enviado à Agência ECCLESIA, o Papa Francisco lamenta “algumas leis iníquas que atacam vidas inocentes e destroem o lar assente no matrimónio fiel e indissolúvel de um homem com uma mulher.”
A FPV assinala que a mensagem do Papa vai ser lida na íntegra no final da caminhada, em frente à Assembleia da República, e revela que esta “alude ao facto de leis como a que regula o aborto em Portugal atentarem contra o direito natural, sendo injustas”.
A mensagem enviada em nome do Papa revela que Papa Francisco “acompanha com o seu afecto e a sua oração invocando, sobre os promotores, participantes e aderentes à anunciada ‘Caminhada Pela Vida’, a benevolência do Bom Deus, propiciadora da qual lhes envia a bênção apostólica, que estende de bom grado a todos os homens e mulheres de boa vontade, amantes da vida e defensores do bem comum”.
A concentração para a Caminhada pela Vida 2014 é no Largo Camões, junto ao Chiado, e a partir das 15h. “A Caminhada pela Vida é uma grande ocasião anual de afirmar de forma pública e com impacto a nossa reivindicação do direito a nascer e da proteção da instituição familiar, bem como de mostrar a beleza do ideal que já experimentamos nas nossas vidas”, explica a Federação Portuguesa pela Vida.
A Caminhada pela Vida surgiu no contexto dos referendos ao aborto de 1998 e 2007, e em 2012 voltou a ser realizada “pela necessidade de continuar publicamente a afirmar-se a importância do direito à vida”. (SP- ECCLESIA)

Fonte: News.VA

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Deus faz de nós sua morada


"Se alguém diz que ama a Deus, mas não ama a seu semelhante, é mentiroso".

Isto expressa uma grande verdade.

Deus faz de nós sua morada. Então, se temos raiva de alguém, isto atinge o próprio Deus que nele habita.

Demonstraremos nosso amor a Deus, que não vemos, sabendo amar a todos que vemos e que vivem em torno de nós.
Fonte: Catequese Católica

Família será o tema da Jornada Mundial das Comunicações Sociais 2015

Imagem referencial. Foto: istockphoto.com
ROMA, 30 Set. 14 / 10:00 am (ACI/EWTN Noticias).- “Comunicar a família. Ambiente privilegiado do encontro, na gratuidade do amor”, é o tema da Jornada Mundial das Comunicações Sociais 2015, divulgado nesta segunda-feira pelo Pontifício Conselho das Comunicações Sociais.

A nota explica que o tema se insere no contexto do tema central dos próximos dois Sínodos: a família. O Dia Mundial das Comunicações se celebra no domingo anterior à festa de Pentecostes e a Mensagem do Papa é tradicionalmente publicada por ocasião da festa de São Francisco de Sales, padroeiro dos jornalistas, em 24 de janeiro.

O Pontifício Conselho assinala em sua nota que “os fatos diários nos dizem também sobre as dificuldades que a família atravessa atualmente. As mudanças culturais muitas vezes não ajudam a entender o grande bem que é a família”.

“As relações entre os membros da comunidade familiar são inspiradas e guiadas pela lei da ‘gratuidade’ que, respeitando e favorecendo em todos e em cada um a dignidade pessoal como único título de valor, se torna acolhimento cordial, encontro e diálogo, disponibilidade desinteressada, serviço generoso, solidariedade profunda”.

“Como ainda dizer em nossos dias, ao homem ferido e desiludido, que o amor entre um homem e uma mulher é uma coisa boa? Como fazer com que os filhos experimentem que são um dom precioso? Como aquecer o coração da sociedade ferida e provada por tantas desilusões de amor e dizer a ela: força, recomecemos? Como dizer que a família é o primeiro e significativo ambiente no qual se experimenta a beleza da vida, a alegria do amor, a gratuidade do dom, a consolação do perdão oferecido e recebido, e onde se inicia a encontrar-se com o outro”.

“A Igreja hoje –conclui o texto– deve novamente aprender a dizer o quanto a família é um grande dom, bom e belo. É chamada a encontrar o modo para expressar que a gratuidade do amor, que se oferece aos esposos, aproxima todos os homens a Deus e esta é uma tarefa magnífica. Por que? Porque direciona o olhar à verdadeira realidade do homem e abre as portas para o futuro, a vida”.
Fonte: Acidigital