terça-feira, 8 de outubro de 2013

Lição de justiça


Era uma linda tarde de domingo. Antônio, um trabalhador da cidade de São Paulo, pensou em levar seus dois filhos para um passeio no zoológico. Pegou os meninos e lá se foram os três. Chegando à bilheteria, Antonio perguntou:

- Quanto custa a entrada?


- São dez reais para o senhor e para qualquer criança maior de seis anos. Para as crianças menores de seis anos a entrada é grátis. Quantos anos eles têm? – perguntou o bilheteiro.
- O menor tem apenas três anos e este aqui tem sete anos – disse Antônio.



Após um sorriso sutil, de deboche, o bilheteiro diz:


- Você deve ter dinheiro sobrando. Se tivesse me dito que o maior tinha seis anos, eu não perceberia a diferença. Você teria economizado dez reais.


Antônio imediatamente respondeu:


- De fato, você não perceberia a diferença. <as o meu garoto sabe a idade que tem e saberia que eu menti. Se eu sou capaz de mentir por tão pouco, por apenas dez reais, quanto mais nas coisas maiores. De que adianta tudo o que eu lhes ensinei até agora?


Para refletir:


A honestidade e a justiça não tem preço. São virtudes que podemos aprender, mas exigem dedicação e empenho total. Não podemos ser justos só quando quisermos, nem honestos apenas em algumas situações. Ou somos ou não somos. Talvez um dos maiores problemas de nosso país é todo mundo querer levar vantagens de alguma forma. Muitos não veem problema em pequenas mentiras, como no exemplo da parábola, para ter lucro. Se somos desonestos e injustos nas coisas simples, certamente o seremos quanto tivermos alguma grande responsabilidade. Desenvolva suas virtudes agindo sempre com coerência, não importando a situação. O exemplo é a melhor forma de educar seus filhos. Eles não aprendem ouvindo suas palavras, mas sim vendo seus gestos, acompanhando as suas reações. Eles imitam aquilo que você faz, então faça sempre a coisa certa.


A Bíblia tem uma frase muito sábia que diz: "Quem é fiel nas pequenas coisas também é fiel nas grandes, e quem é injusto nas pequenas coisas também é injusto nas grandes" (Lc 16,10). Como você interpreta esse provérbio? O que ele tem a lhe ensinar? Como você pode agir para ser sempre justo e coerente? Pense nas coisas simples do dia a dia e reflita sobre a sua ação: você age sempre com honestidade? Alguma vez tentou levar vantagem? Quando teve essa tentação? 
Fonte: Catequese Católica

Primeira medalha do pontificado do Papa Francisco

Papa Francisco. Foto: Grupo ACI
VATICANO, 08 Out. 13 / 09:04 am (ACI/EWTN Noticias).- Nesta terça-feira, 8 de outubro, começa a ser vendida a medalha oficial do primeiro ano de pontificado do Papa Francisco, cunhada pelo Instituto Poligráfico e a Casa da Moeda do Estado Italiano. A medalha, obra da artista Mariangela Crisciotti, será reproduzida em ouro, prata e bronze e terá um diâmetro de 44 milímetros.
Na frente, aparece o Pontífice e à direita, o sobrenome do autor. Tudo isso rodeado pela frase "FRANCISCUS PONT. MAX. AN. I". No verso da medalha, está escrita a frase que marcou profundamente o jovem Jorge Mario Bergoglio quando com 17 anos sentiu o chamado de Deus: "VIDIT ERGO JESUS PUBLICANUM ET QUIA MISERANDO ATQUE ELIGENDO VIDIT, AIT ILLI SEQUERE ME".
Rodeando a borda está escrita a frase: "E CIVITATE VATICANA" e o número da medalha.
Cada exemplar irá acompanhado por um certificado de garantia e selado pela Secretaria de Estado e pela Casa da Moeda.
Serão cunhados 400 trípticos, 200 exemplares em ouro, 3000 em prata e 3000 em bronze, todos eles numerados.
As medalhas ficarão à venda na Administração do Patrimônio da Santa Sé Apostólica no Estado da Cidade do Vaticano e na Livraria Editorial Vaticana na Praça São Pedro, Praça Pio XII, 4 e via di Propaganda, 4. Fonte: Acidigital

A Missa não é um evento social, diz o Papa Francisco

foto Rodrigo Balladares Muñoz (CC BY-NC-SA 2.0)
VATICANO, 04 Out. 13 / 12:50 am (ACI/EWTN Noticias).- Na homilia da Missaque presidiu ontem na Casa Santa Marta onde reside, o Papa Francisco afirmou que a Missa não é um evento social, mas uma festa em que se faz presente Deus e não pode ser "domesticada" pelo hábito.
O Papa afirmou que "toda semana vamos à igreja, ou quando alguém morre vamos ao funeral… e essa memória, muitas vezes, nos aborrece porque não é próxima. É triste, mas a Missa muitas vezes se transforma em um evento social e não estamos próximos da memória da Igreja, que é a presença do Senhor diante de nós".
O Papa Francisco se inspirou na passagem do Livro do Neemias, na primeira leitura de ontem, para centrar sua homilia no tema da memória. O Povo de Deus, observou, "tinha a memória da Lei, mas era uma memória distante", aquele dia, por outro lado, "a memória se fez próxima" e "isto toca o coração". Choravam "de alegria, não de dor", disse o Santo Padre, "porque tinham a experiência da proximidade da salvação":
"E isso é importante não somente nos grandes momentos históricos, mas nos momentos da nossa vida: todos temos a memória da salvação, todos. Mas, pergunto-me: esta memória está perto de nós, ou é uma memória um pouco distante, um pouco difusa, um pouco arcaica, um pouco de museu? Pode ir longe… E quando a memória não está próxima, quando não temos esta experiência de proximidade da memória, esta entra em um processo de transformação, e a memória se transforma em uma simples recordação".
Quando a memória se torna distante, acrescentou o Papa, "transforma-se em lembrança; mas quando se faz próxima, transforma-se em alegria e esta é a alegria do povo". Isto, disse também, constitui "um princípio da nossa vida cristã". Quando a memória se faz próxima, reafirmou, "faz duas coisas: aquece o coração e dá alegria".
"E esta alegria é nossa força. A alegria da memória próxima. Por outro lado, a memória domesticada, que se afasta e se converte em uma simples lembrança, não aquece o coração, não nos dá alegria e não nos dá força. Este encontro com a memória é um evento de salvação, é um encontro com o amor de Deus que fez historia conosco e nos salvou; é um encontro de salvação. E é tão bom ser salvos, que é preciso festejar".
O Pontífice ressaltou que "quando Deus vem e se aproxima sempre há festa". E "muitas vezes –constatou– nós os cristãos temos medo de festejar: esta festa simples e fraterna que é um dom da proximidade do Senhor".
A vida, acrescentou, "nos leva a afastar esta proximidade, e a manter somente a lembrança da salvação, não a memória que está viva". A Igreja, destacou, tem a "sua memória" que é a "memória da Paixão do Senhor". "Também conosco, advertiu o Papa, acontece que afastamos esta memória e a transformamos em uma lembrança, em um evento habitual".
Para concluir o Papa Francisco alentou a pedir ao Senhor "a graça de ter sempre a sua memória perto de nós, uma memória próxima e não domesticada pelo hábito, por tantas coisas, e distanciada numa simples lembrança".Fonte: Acidigital

Católicos nos EUA ainda conservam as taxas mais baixas de divórcio

Foto: Musaromana / Tangopaso / Wikimedia Commons. (CC BY-SA 3.0)
WASHINGTON DC, 07 Out. 13 / 01:43 pm (ACI/EWTN Noticias).- Um estudo revelou que apesar de contar com taxas de divórcio significativas, os católicos nos Estados Unidos têm menos probabilidades de divorciar-se que aqueles que professam outras religiões.
"Embora as taxas de divórcio dos católicos sejam menores que a média de divórcios nos Estados Unidos, a cifra continua sendo desalentadora", informou o Centro de Investigação Aplicada ao Apostolado da Universidade de Georgetown em Washington DC.
Em 26 de setembro, o grupo de investigação explicou no seu blog oficial que o divórcio entre os católicos "representa mais de 11 milhões de pessoas", muitas das quais "provavelmente estejam precisando de um maior alcance e contínuo ministério da Igreja".
Agora "os católicos representam 28 por cento dos casais que se divorciaram". 40 por cento do resto não tem filiação religiosa, 39 por cento se confessa protestante e 35 por cento de outra confissão religiosa.
Segundo as cifras, os católicos que se casam com outros católicos também têm menos probabilidades de divorciar-se que os católicos casados com pessoas de outras religiões.
Uma pesquisa realizada em 2007 pelo Centro de Investigação Aplicada ao Apostolado estimou que só 27 por cento dos católicos casados com outros católicos se divorciou alguma vez, em comparação com cerca da metade dos casamentos de católicos casados com protestantes ou os cônjuges com nenhuma crença religiosa.
Do mesmo modo, diminuíram os casamentos celebrados na Igreja Católica. Em 2011, segundo o relatório, menos de oito por cento das cerimônias aconteceram em um templo católico.
O relatório assinala que 49 por cento das solicitudes de anulação que se apresentaram na Igreja a nível mundial no ano de 2011 aconteceram nos Estados Unidos.
Fonte: Acidigital

A oração abre a porta a Deus, diz o Papa

Papa Francisco. Foto: Grupo ACI
VATICANO, 08 Out. 13 / 12:00 pm (ACI/EWTN Noticias).- Ao presidir nesta manhã a habitual Missa na Capela da Casa Santa Marta, o Papa Francisco assinalou que a oração, diante dos problemas e calamidades na vida, significa abrir a porta a Deus para que Ele possa fazer algo.
O Santo Padre advertiu que "quando não rezamos, fechamos as portas ao Senhor para que Ele não possa fazer nada!".
"Ao contrário, diante de um problema, de uma situação difícil, de uma calamidade, a oração abre as portas ao Senhor para que Ele venha. Ele refaz as coisas, Ele sabe arranjar as coisas, colocá-las no lugar. Rezar é isso: abrir as portas ao Senhor. Se as fecharmos, Ele não pode fazer nada".
Ao refletir sobre o Evangelho, que hoje narra a história de Marta e de sua irmã Maria, o Santo Padre disse: "pensemos nesta Maria que escolheu a melhor parte e nos mostra o caminho, como se abre a porta ao Senhor".
"Aos olhos de sua irmã estava perdendo o tempo, também parecia talvez um pouco fantasiosa: olhava o Senhor como se fosse uma menina admirada. Mas, quem gosta dela? O Senhor: ‘Esta é a melhor parte’, porque Maria escutava o Senhor e orava com o seu coração".
O Papa indicou que o Senhor "nos quer dizer: A primeira tarefa na vida é a oração. Não a oração das palavras como papagaios, mas a oração do coração: contemplar o Senhor, escutar o Senhor, pedir ao Senhor. E nós sabemos que a oração faz milagres".
"E Marta fazia isto: O que ela fazia? Trabalhava, mas não rezava! Depois, há o comportamento dos outros como o teimoso Jonas, que são os justiceiros. Ele ia, profetizava, mas no seu coração, dizia: ‘Merecemos isto, o merecemos’. Ele profetizava, mas não rezava! Não pedia perdão ao Senhor por eles. Só os criticava".
"São os justiceiros, aqueles que acham que têm a razão! E ao final - continua o livro de Jonas - vê-se que era um homem egoísta, porque quando o Senhor salvou Nínive, pela oração do povo, ele se incomodou com o Senhor: ‘É sempre assim. Sempre perdoas!’".
Fonte: Acidigital

João Paulo II, Bento e Francisco são Papas que se complementam, afirma Arcebispo de Nova Iorque

Cardeal Timothy Dolan (foto Sharon Cantillon/Buffalo News)
NOVA IORQUE, 08 Out. 13 / 01:51 pm (ACI).- "Cada um dos três últimos Papas teve uma ênfase diferente, mas complementar, destacando diferentes aspectos dos fiéis e da Igreja", assinalou o Arcebispo de Nova Iorque e Presidente da Conferência Episcopal dos Estados Unidos, Cardeal Timothy Dolan.
"Uma boa maneira de entender os diferentes dons de cada um destes últimos pontífices poderia ser o uso das imagens: alma, mente e coração", escreveu o Cardeal em uma recente coluna de opinião publicada pelo New York Post.
Os três Papas mais recentes –o Beato João Paulo II que será canonizado em abril de 2014, Bento XVI e o Papa Francisco– "são todos gigantes", expressou o Cardeal Dolan, e cada um "tem talentos particulares."
"João Paulo II se enfocava na alma", indicou. "Seus eloquentes chamados àoração; o seu acento na renovação do espírito, a importância que deu aossacramentos e devoções da Igreja que trazem a graça e a misericórdia de Jesus, a sua terna confiança na Virgem Maria, a mãe de Jesus, e seu recorde nos processos de canonização, recorda-nos de maneira convincente que a alma é o primeiro."
"No Papa Bento XVI temos um sucessor de São Pedro, que se enfocava na mente", continuou o Cardeal Dolan, assinalando que o Bispo Emérito de Roma ajudou a "renovar o vasto patrimônio intelectual da Igreja, e a recordar-nos que a fé e a razão não se opõem, mas, de fato, são aliadas".
"E agora o Papa Francisco põe ênfase no coração", escreve o Cardeal. "A calidez, a misericórdia, a alegria, a ternura, a difusão, aceitação e o amor", são um distintivo de Francisco que usa estas palavras que "vêm do coração, e são muito utilizadas" por ele.
"Não me interpretem mal: Os três sabiam muito bem que a alma, a mente e o coração são todos essenciais", explicou o Cardeal Dolan, "Mas cada um tinha o seu favorito em particular".
O Arcebispo de Nova Iorque precisou logo que "Deus nos deu o Papa que necessitávamos para cada época específica".
"Toda pessoa precisa da alma, da mente e do coração, como os necessita a Mãe Igreja e como cada um de nós precisamos".Fonte: Acidigital

Santuário de Aparecida pronto para o Terço e mensagem do Papa no dia 12 de Outubro

APARECIDA, 08 Out. 13 / 03:10 pm (ACI).- Anunciado pelo Vaticano e pelo Santuário Nacional de Aparecida, no dia 12 de Outubro de 10 Santuários do Mundo estarão em comunhão com o Papa Francisco na Oração do Terço que será transmitido ao vivo para estes santuários desde Romaàs 14h ( horário de Brasília).O Santuário Nacional já preparou a estrutura com telão que transmitirá o terço com uma mensagem do Papa Francisco pelo dia em que no Brasil celebra-se a memória litúrgica de Nossa Senhora Aparecida, padroeira do país.

Segundo o Portal A12, órgão de comunicação oficial do Santuário Nacional, Quem estiver no Santuário no dia da Padroeira do Brasil poderá acompanhar esse momento de oraçãoatravés dos telões instalados sobre o Altar Central.

O momento de oração será uma ocasião de consagração do mundo todo à Nossa Senhora.

Ainda segundo informações do Portal A12, o momento, intitulado  'Estar com Maria para além da noite', conectará, via satélite o Santuário do Divino Amor, em Roma, aos templos e aos fiéis dos Santuários de Aparecida,de Nazareth, Lourdes (França), Vailankanni (Índia), Czestochowa (Polônia), Nairobi (Quénia), Banneux (Bélgica), Akita (Japão), Washington (EUA) e Lujan (Argentina).  

O terço será conduzido pelo Vigário geral para a Diocese de Roma, Cardeal  Agostino Vallini, e Monsenhor Lorenzo Leuzzi, bispo auxiliar de Roma. Durante o terço será transmitido um vídeo com uma mensagem gravada pelo Papa Francisco.  

A meditação dos Mistérios Gozosos do Terço via satélite acontecerá durante as comemorações da Padroeira do Brasil, no Altar Central da Basílica, das 14h às 17h (horário de Brasília), onde cada santuário rezará cinco ave-marias em sua língua local.  

Fonte: Acidigital