Frei Reginaldo aponta a preocupação que a Igreja teve de que não somente o clérigo, mas também o fiel leigo tivesse acesso à Palavra de Deus, abrindo espaço para realidades eclesiais em que a Bíblia é rezada e também estudada.
Cidade do Vaticano
Amigo ouvinte, o quadro “Nova Evangelização e Concílio Vaticano II” traz a participação do Conselheiro Geral da Ordem dos Padres Mercedários, o sacerdote brasileiro Frei Reginaldo Roberto Luiz, residente em Roma na Casa Generalícia de seu Instituto religioso.
Somos filhos do Concílio
Após ressaltar que somos filhos do Vaticano II - vez que a Igreja tal como a conhecemos hoje é fruto deste que foi o maior evento religioso do Séc. XX –, nosso convidado afirma-nos que a Igreja no Brasil deu passos significativos no que diz respeito à aplicabilidade dos documentos conciliares.
Dei Verbum
Em suas ponderações destaca-nos particularmente dois deles. A Dei Verbum (Constituição dogmática sobre a Divina Revelação) apontando a preocupação que a Igreja teve de que não somente o clérigo, mas também o fiel leigo tivesse acesso à Palavra de Deus, abrindo espaço para realidades eclesiais em que a Sagrada Escritura é rezada e também e estudada.
Sacrosanctum Concilium
Outro documento citado é a Sacrosanctum Concilium (Constituição sobre a sagrada liturgia), afirmando, porém, ter havido dois extremos em sua aplicabilidade: de um lado, uma certa escrupulosidade, um rigorismo; de outro, um certo desdém, certa negligência em sua implementação. Fonte: News.VA
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