sábado, 3 de março de 2018

Concílio Vaticano II preocupou-se em colocar a Bíblia mão dos fiéis


Sagrada Escritura é rezada e também estudada em nossas comunidades eclesiais
Frei Reginaldo aponta a preocupação que a Igreja teve de que não somente o clérigo, mas também o fiel leigo tivesse acesso à Palavra de Deus, abrindo espaço para realidades eclesiais em que a Bíblia é rezada e também estudada.
Cidade do Vaticano
Amigo ouvinte, o quadro “Nova Evangelização e Concílio Vaticano II” traz a participação do Conselheiro Geral da Ordem dos Padres Mercedários, o sacerdote brasileiro Frei Reginaldo Roberto Luiz, residente em Roma na Casa Generalícia de seu Instituto religioso.
Igreja no Brasil deu passos significativos
Somos filhos do Concílio
Após ressaltar que somos filhos do Vaticano II  - vez que a Igreja tal como a conhecemos hoje é fruto deste que foi o maior evento religioso do Séc. XX –, nosso convidado afirma-nos que a Igreja no Brasil deu passos significativos no que diz respeito à aplicabilidade dos documentos conciliares.
Dei Verbum
Em suas ponderações destaca-nos particularmente dois deles. A Dei Verbum (Constituição dogmática sobre a Divina Revelação) apontando a preocupação que a Igreja teve de que não somente o clérigo, mas também o fiel leigo tivesse acesso à Palavra de Deus, abrindo espaço para realidades eclesiais em que a Sagrada Escritura é rezada e também e estudada.
Sacrosanctum Concilium
Outro documento citado é a Sacrosanctum Concilium (Constituição sobre a sagrada liturgia), afirmando, porém, ter havido dois extremos em sua aplicabilidade: de um lado, uma certa escrupulosidade, um rigorismo; de outro, um certo desdém, certa negligência em sua implementação. Fonte: News.VA








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