Entretanto a polícia egípcia deteve cerca de 1000 partidários da Irmandade Muçulmana nesta sexta-feira, durante os sangrentos protestos contra a destituição do presidente islâmico, Mohamed Morsi, que deixaram dezenas de mortos no país, informou neste sábado o ministério do Interior citado pela agência Angola Press.
Entretanto o governo egípcio afirmou, num comunicado nesta sexta-feira, que está a enfrentar um "complot terrorista" por parte da Irmandade Muçulmana. Lê-se no comunicado que - "O gabinete afirma que o governo, as forças armadas, a polícia e as boas pessoas do Egipto estão unidos para confrontar o malicioso complot terrorista da Irmandade Muçulmana".Neste sentido, também o rei Abdullah, da Arábia Saudita, afirmou nesta sexta-feira o seu apoio às autoridades egípcias contra o terrorismo e advertiu para o risco de ingerência nos assuntos internos do Cairo.
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