Não existe "música de Glória" na Missa. O que existe é a cerimônia
chamada Glória que é parte do Ordinário da Missa, aquela parte que é
fixa, que não varia. E, como tal, essa cerimônia se faz com o texto do
Missal Romano. Pode-se cantar, claro, mas com o mesmo texto.
Seu texto antiqüíssimo não deve ser substituído por outro (cf. Instrução
Geral do Missal Romano, 53). O costume, infelizmente disseminado em
muitas paróquias, de substituir tal hino por um simples “canto de
glória” encontra expressa proibição na Instrução Geral. Nem mesmo o
famoso “canto de glória” com letra de louvor à Santíssima Trindade, que
alguns afirmam ser suficiente, serve para ser executado nesse momento. O
hino do Glória faz parte do Ordinário da Missa, e deve ser cantado ou
dito integralmente, como está no Missal!
Não se use “canto de
Glória”. Diz-se o texto do Missal, quer rezado quer cantado, mas só ele e
nada mais. Querem música? Cante-se o texto previsto no Missal, mas não
“músicas de glória”.
Não existe "música de Glória" na Missa. O que existe é a cerimônia
chamada Glória que é parte do Ordinário da Missa, aquela parte que é
fixa, que não varia. E, como tal, essa cerimônia se faz com o texto do
Missal Romano. Pode-se cantar, claro, mas com o mesmo texto.
Seu texto antiqüíssimo não deve ser substituído por outro (cf. Instrução Geral do Missal Romano, 53). O costume, infelizmente disseminado em muitas paróquias, de substituir tal hino por um simples “canto de glória” encontra expressa proibição na Instrução Geral. Nem mesmo o famoso “canto de glória” com letra de louvor à Santíssima Trindade, que alguns afirmam ser suficiente, serve para ser executado nesse momento. O hino do Glória faz parte do Ordinário da Missa, e deve ser cantado ou dito integralmente, como está no Missal!
Não se use “canto de Glória”. Diz-se o texto do Missal, quer rezado quer cantado, mas só ele e nada mais. Querem música? Cante-se o texto previsto no Missal, mas não “músicas de glória”.
Seu texto antiqüíssimo não deve ser substituído por outro (cf. Instrução Geral do Missal Romano, 53). O costume, infelizmente disseminado em muitas paróquias, de substituir tal hino por um simples “canto de glória” encontra expressa proibição na Instrução Geral. Nem mesmo o famoso “canto de glória” com letra de louvor à Santíssima Trindade, que alguns afirmam ser suficiente, serve para ser executado nesse momento. O hino do Glória faz parte do Ordinário da Missa, e deve ser cantado ou dito integralmente, como está no Missal!
Não se use “canto de Glória”. Diz-se o texto do Missal, quer rezado quer cantado, mas só ele e nada mais. Querem música? Cante-se o texto previsto no Missal, mas não “músicas de glória”.
Fonte: Salvem a Liturgia
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