A 5ª
Assembleia Nacional da Pontifícia Obra da Propagação da Fé, que teve
início na quinta-feira, e segue até amanhã, 16, teve suas atividades
conduzidas na manhã deste sábado por um momento de partilhas.
Os temas
foram: Seminário Nacional “Juventude e Missão”, realizado no último mês
de setembro; sobre a dimensão missionária no Cone-Sul (Brasil,
Paraguai, Uruguai, Argentina e Chile); sobre a presença das Pontifícias
Obras Missionárias (POM) na Jornada Mundial da Juventude (JMJ) no
próximo ano e sobre os projetos da Juventude Missionária para 2013.
O
jovem Jadson Bezerra, do estado de Pernambuco, avaliou positivamente o
seminário Juventude e Missão e deu destaque, de modo especial, à
possibilidade de partilhas de experiências proporcionada pelo evento.
“Durante o seminário pudemos trocar ideias e experiências com os jovens
de diversas expressões juvenis e isso foi muito importante para estarmos
em sintonia com a Igreja no Brasil”.
O
coordenador da JM no estado do Paraná disse que mesmo com a presença de
diversas expressões, a troca de experiências entre os próprios jovens
deveria ter sido mais explorada. “Não notei que houve a comunhão que
deveria; faltou partilhar com mais consistência os trabalhos que
desenvolvem as expressões juvenis através do seu próprio carisma”. A
visão de missão das outras expressões juvenis também tem um horizonte
que difere daquele contemplado pela Igreja, segundo o jovem. “Percebi
que eles têm outra perspectiva de missão. Não digo que estão errados,
mas a Igreja deve olhar para essa questão com carinho para que cheguemos
todos a um denominador comum quanto ao tema”, advertiu. Jadson
concordou com Guilherme e completou: “Os jovens presentes no Seminário
não estão atentos à missão universal”.
“O
evento nos deu a oportunidade e nos conhecermos melhor a nós mesmos,
expressões juvenis”, ressaltou o secretário nacional da Pontifícia Obra
da Propagação da Fé, padre Marcelo Gualberto. De acordo com o ele o
seminário foi o início de a juventude no Brasil se alinhar e refletir
junto sobre a dimensão missionária. Ele aconselhou os jovens
missionários a se fazerem conhecer entre as diversas expressões juvenis.
“Precisamos ser mais ousados. A Igreja deve saber o que faz um jovem
missionário. Para isso precisamos dialogar com eles e estar atentos à
animação missionária dessas expressões”.
Juventude Missionária na JMJ
Cone-Sul e projetos da JM para 2013
Os
projetos da Juventude Missionária para o próximo ano passa diretamente
pelos eventos a serem realizados, pelas formações e pelos materiais
produzidos pelas POM. O secretário apresentou o calendário em
desenvolvimento para 2013. “Nosso cronograma deve contemplar encontros
regionais e estaduais pelo Brasil, encontros dos grupos de propagação da
fé, reunião executiva das famílias, idosos e enfermos missionários,
semana missionária, JMJ e o Congresso Missionário Americano e Congresso
Missionário Latino-Americano (CAM4/Comla9)”. Os subsídios da JM estão
sendo reformulados e outros, como o Rosário para Jovens está em fase de
produção.
A
Juventude Missionária do Cone-Sul trabalha e se reúne para que aja uma
articulação da JM entre os países que compõem a região. A representante
do Brasil é Sara Guerra, do Ceará. O secretário convidou os
coordenadores estaduais a fazerem sugestões para que a JM tenha mais
contato nos países do Cone. Os jovens presentes na Assembleia sugeriram
que sejam realizadas missões entre esses países para que os jovens
brasileiros conheçam os países vizinhos e o mesmo aconteça aqui.
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