Nesta
sexta-feira, 12 de Outubro, Bento XVI recebeu em audiência bispos que
participaram do Concílico Ecumênico Vaticano II junto de Presidentes de
Conferências Episcopais do mundo inteiro e o Patriarca Ecumênico de
Constantinopla, Bartolomeu I. Entre os prelados brasileiros
encontrava-se presente o Cardeal Dom Raymundo Damasceno Assis,
presidente da Conferência Nacional dos bispos do Brasil.
O Papa
teve um almoço com os Padres Sinodais, com os bispos que participaram do
Concílio Ecumênico Vaticano II, e com os Presidentes de Conferências
Episcopais, um total de quase 500 pessoas, no qual estiveram presentes
também o Patriarca Bartolomeu I e Rowan Willians, líder da comunhão
Anglicana.
Segundo informou a Rádio Vaticano, no seu discurso aos Padres Conciliares e presidentes das Conferências Episcopais o Santo Padre afirmou que nos seus rostos via também os centenas de bispos que em todas as regiões da terra estão comprometidos no anúncio do Evangelho e no serviço à Igreja e ao homem, em obediência ao mandato recebido de Cristo.
Segundo informou a Rádio Vaticano, no seu discurso aos Padres Conciliares e presidentes das Conferências Episcopais o Santo Padre afirmou que nos seus rostos via também os centenas de bispos que em todas as regiões da terra estão comprometidos no anúncio do Evangelho e no serviço à Igreja e ao homem, em obediência ao mandato recebido de Cristo.
São
muitas as recordações que vêem à nossa mente – continuou o Papa – e que
cada um tem bem guardado no coração daquele período tão vivaz, rico e
fecundo que foi o Concílio. Gostaria de recordar de como uma palavra,
lançada pelo Beato João XXIII quase de modo programático, retornava
continuamente nos trabalhos conciliares: a palavra “atualização” ou
“aggiornamento”.
O Santo
Padre recordou o termo “aggiornamento”e afirmou que “o Cristianismo não
dever ser considerado como algo do passado, nem deve ser vivido com o
olhar permanentemente voltado para trás, porque Jesus Cristo é ontem,
hoje e para a eternidade”.
“O Cristianismo é sempre novo” – sublinhou .
“O Cristianismo é sempre novo” – sublinhou .
“O
Cristianismo é uma árvore que está, por assim dizer, em aurora perene,
sempre jovem. E esta atualidade, este aggiornamento, não significa
rotura com a tradição, mas exprime – isso sim – a sua contínua
vitalidade”.
“Não
significa reduzir a fé, confinando-a à moda dos tempos, à medida daquilo
que mais apetece, daquilo de que a opinião pública mais gosta. Pelo
contrário: exatamente como fizeram os Padres conciliares, há que elevar o
hoje que vivemos à dimensão do acontecimento cristão, levar o hoje do
nosso tempo ao hoje de Deus”.
O Papa
concluiu afirmando que o Ano da fé que teve início nesta quinta-feira
nos sugere o melhor modo para recordar e comemorar o Concílio:
concentrar-se no coração da sua mensagem, que é a mensagem da fé em
Cristo, único Salvador do mundo, proclamada ao homem do nosso tempo.
Fonte: acidigital
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