Escrito por POM
Dom, 15 de Julho de 2012 09:40
O
missionário consagrado Thiago Barro, 37 anos, é um dos exemplos da
disponibilidade da Igreja de Palmas para fazer acontecer o 3º Congresso
Missionário Nacional (3º CMN). Na responsabilidade de coordenador da
hospedagem dos congressistas, fez de tudo um pouco, “do transporte da
coordenação do congresso à movimentação dos participantes, dispôs-se a
buscar e levar ao aeroporto, ver se estavam bem instalados nas
famílias...”, relata Thiago com um sorriso que o acompanhou do começo ao
fim do leva e traz da equipe de imprensa entre o pensionato das irmãs
Maria Imaculada e o Colégio Marista, sede do Congresso.
A
preparação para a acolhida, de acordo com Thiago, contribuiu para a
alegria de sentir que o trabalho missionário vale a pena. “Pode ser o
trabalho mais escondido, porém, sem ele, o congresso ficaria
deficiente”, exemplifica.
Para
ele, é desde a preparação que se consegue ter uma ideia geral de como
seria o desenrolar de todo o congresso, mas é estar entre outros estados
e países, na troca de experiência missionária, que tudo se
redimensiona. “Percebo uma aproximação maior pelo trabalho conjunto
entre as 27 paróquias de Palmas. O fato de serem muitas para uma cidade
de população relativamente pequena, com 200 mil habitantes, faz com que
muitos trabalhos aconteçam de forma isolada. Mas a ação conjunta trouxe
todas as expressões vivas das comunidades à disposição que deram um
pouquinho do que podiam dar”, ressaltou.
Uma das jóias da missão, conforme Thiago, é a de perceber a diversidade de realidades dentro da Igreja no Brasil. Deseja que, cada vez mais, seja cultivado o respeito mútuo, “entendendo que a diferença é sinal de complementaridade e não de oposição”, indica.
O religioso atua em Palmas há oito dos dez anos que se consagrou pela comunidade Semente do Verbo, sendo o atual responsável pela casa de missão. Com relação ao 3º CMN, disse perceber “um renovar no ardor missionário das paróquias e comunidades de Palmas, acredita.
Por Cecília de Paiva, da Assessoria de Imprensa do 3º CMN
Uma das jóias da missão, conforme Thiago, é a de perceber a diversidade de realidades dentro da Igreja no Brasil. Deseja que, cada vez mais, seja cultivado o respeito mútuo, “entendendo que a diferença é sinal de complementaridade e não de oposição”, indica.
O religioso atua em Palmas há oito dos dez anos que se consagrou pela comunidade Semente do Verbo, sendo o atual responsável pela casa de missão. Com relação ao 3º CMN, disse perceber “um renovar no ardor missionário das paróquias e comunidades de Palmas, acredita.
Por Cecília de Paiva, da Assessoria de Imprensa do 3º CMN
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