segunda-feira, 19 de março de 2012

Compreendendo e Refletindo

Em Jesus,continua e chega ao ápice toda a história de Israel. Sua árvore genealógica apresenta-o como descendente direto de Davi e Abraão. Como filho de Davi, Jesus é o Rei-Messias que vai instaurar o Reino prometido. Como filho de Abraão, ele estenderá o Reino a todos os homens,através da presença e ação da Igreja.Jesus não é apenas filho da história dos homens. É o próprio Filho de Deus, o Deus que está conosco. A arrogância não teve lugar no coração de Jesus. Em Nazaré, esteve submisso a seus pais. “E crescia em sabedoria, idade e graça diante de Deus e daqueles com quem convivia”. Sua condição de Filho de Deus não O dispensou de fazer a penosa experiência de transformar o cotidiano em fonte de sabedoria, nem de estar continuamente atento para discernir a vontade do Pai nos mínimos fatos, aparentemente, sem importância. Esta foi uma exigência do Mistério da Encarnação. Seria pura contradição se, tendo assumido nossa condição humana, o Filho de Deus fosse privilegiado por uma condição de vida que O dispensasse da busca cotidiana da vontade divina.Nesta experiência de crescimento, Jesus contou com a presença solícita de Seus pais. O Evangelho sublinha a atitude de Maria, que “guardava todas estas coisas no coração”. Entretanto, o mesmo pode ser dito de José. Afinal, exigia-se dos três a mesma fidelidade ao desígnio do Pai. Quando a bondade divina escolhe alguém para uma graça singular, dá-lhe todos os carismas necessários, o que aumenta fortemente a sua beleza espiritual. Foi isso mesmo o que aconteceu com São José, pai de nosso Senhor Jesus Cristo segundo a Lei e verdadeiro  esposo da Rainha do mundo e Soberana dos anjos. Se você comparar São José a todo o restante da Igreja de Cristo, não verá que ele foi o homem particularmente escolhido, pelo qual Cristo entrou no mundo de uma maneira regular e honrosa? Se toda a Santa Igreja é devedora para com a Virgem Maria – porque foi ela que lhe permitiu receber Cristo – após ela é a São José que devemos um reconhecimento e um respeito sem igual. É o homem justo e fiel que Deus pôs como guarda de sua casa.É o padroeiro da Igreja, protetor de todas as famílias e modelo dos operários.Louvor e Glória ao Senhor!

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