Quando servimos à Igreja estamos respondendo as maravilhas que o Senhor tem feito em nossa vida. Nosso sim a esse serviço é semelhante ao sim de Maria, que com disponibilidade aceitou ser a mãe do Salvador para o bem de toda humanidade. O que fazemos, reconhecendo afetuosa e alegremente o nosso nada e o nosso pecado, ditosos de assim proclamar a plenitude e santidade do ser divino. Daqui nascem aqueles sentimentos de adoração, louvor, temor filial e amor; daqui, aquele grito de coração: Tu és Santo, tu é o Senhor, tu és o Altíssimo. Estes sentimentos brotam do coração, não somente quando estamos em oração, mas ainda quando contemplamos as obras de Deus, obras naturais, em que se refletem as perfeições do Criador, obras sobrenaturais, em que os olhos da fé nos descobrem uma verdadeira semelhança, uma participação da vida divina.
Temos só um dever na terra: cumprir bem nossa obrigação. Apesar de ser uma simplificação muito fácil, esse modo de dizer nos ensina a sermos responsáveis por aquilo que fazemos. E aquilo que fazemos dirá aos outros , quem somos. Precisamos dedicar gratuitamente nossa vida ao serviço da evangelização, sem visar a prêmios e honrarias. Peçamos ao Senhor que nos ensine a viver nossa MISSÃO na gratuidade, no amor e nos ajude a permanecer firmes diantes das dificuldades. Louvor e Glória ao Senhor!
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