sexta-feira, 7 de dezembro de 2018

Evangelho (Mt 9,27-31)

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus.
— Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo, 27partindo Jesus, dois cegos o seguiram, gritando: “Tem piedade de nós, filho de Davi!” 28Quando Jesus entrou em casa, os cegos se aproximaram dele. Então Jesus perguntou-lhes: “Vós acreditais que eu posso fazer isso?”
Eles responderam: “Sim, Senhor”. 29Então Jesus tocou nos olhos deles, dizendo: “Faça-se conforme a vossa fé”. 30E os olhos deles se abriram. Jesus os advertiu severamente: “Tomai cuidado para que ninguém fique sabendo”. 31Mas eles saíram, e espalharam sua fama por toda aquela região.
— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.

segunda-feira, 3 de dezembro de 2018

Iniciativas promovem catequese voltada para pessoas com deficiência em várias partes do Brasil


Nesta segunda-feira, é celebrado o Dia Internacional das Pessoas com Deficiência. A Igreja tem sido presença marcante no trabalho voltado a estas pessoas que, no Brasil, são mais de 45 milhões com algum tipo de deficiência. No âmbito da catequese, há uma atenção especial com iniciativas de formação e integração com a comunidade, em vista da preparação para os sacramentos.
Os bispos do Brasil garantem, no Diretório Nacional de Catequese, que as pessoas com deficiência têm o mesmo direito à catequese, à vida comunitária e sacramental que o restante da comunidade. As pistas de ação deste documento da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), bem como as indicações do Documento 107, “Iniciação à vida cristã: itinerário para formar discípulos missionários”, fundamentam iniciativas promovidas Brasil afora para uma catequese inclusiva.
Em Cascavel (PR), uma equipe de cerca de 10 pessoas está envolvida em um projeto arquidiocesano de Catequese Inclusiva, entendida como “o direito de toda pessoa com deficiência na participação da vida da Igreja e o dever da comunidade eclesial de envolver estes irmãos como sujeitos no processo de transmissão da fé”, explica Angelita da Cunha, que faz parte desta equipe de catequese inclusiva arquidiocesana. Ela ressalta o compromisso coletivo com envolvimento do clero, de catequistas, catequizandos, familiares e comunidade.
“A partir de uma profunda vivência espiritual da Palavra de Deus, fruto de sua oração e reflexão pessoal diária, e acrescida de todo o conhecimento sistematizado, o catequista estará apto a levar a catequese inclusiva para aqueles que até o momento estiveram ou estão à margem da catequese. A formação continuada e permanente dará suporte ao catequista, fortalecendo-o diante dos muitos desafios inerentes ao seu trabalho na sua paróquia”, comenta Angelita, reforçando o trabalho de formação para os catequistas em vista da atuação inclusiva.
A ação em Cascavel está em sintonia com a preocupação do regional Sul 2 da CNBB com a formação dos catequistas que atuam junto à pessoa com deficiência. Desde 2015 realiza-se, anualmente, um encontro formativo que conta com a participação de catequistas das mais diversas áreas e também alguns com deficiência, em sua maioria com deficiência auditiva.
Débora Pupo | Foto: arquivo pessoal
A coordenadora regional da Animação Bíblico Catequética, Débora Regina Pupo, conta que os encontros no Paraná abordam temáticas como legislação, psicologia (conhecimento das várias deficiências), práticas catequéticas, desenvolvimento e partilha de materiais adaptados.
“Em 2017 iniciou-se uma experiência diferente: incluir um grupo de catequistas da catequese inclusiva na escola do regional. Esses catequistas foram indicados pelas dioceses para o início de um trabalho de organização da catequese inclusiva onde a mesma ainda não está organizada ou precisa ser fortalecida”, explica.
Neste ano, recorda, Débora, os catequistas pediram ajudam mais específica do regional na formação de catequistas, na organização da catequese inclusiva nas dioceses e com diretrizes para o trabalho. “Para 2019, temos previsto um novo encontro com os catequistas para traçar um plano de ação nos próximos anos”, revela.
Na arquidiocese do Rio de Janeiro (RJ), há um serviço de “catequese especial” há cerca de 40 anos. Dentro do processo de iniciação cristã, é coordenado por Rosali Villa Real e Fátima Lopes Martins. Elas são responsáveis por 35 núcleos já instalados em paróquias da arquidiocese e pelo curso de capacitação, que acontece em dois períodos de três meses a cada ano. A Catequese Especial atende pessoas com deficiência cognitiva, com síndromes com comprometimento cognitivo e com transtornos mentais. Também está estruturada a Pastoral para Pessoas com Deficiência (PASPED) com outros trabalhos de evangelização neste campo. Há ainda uma colaboração da catequese especial com o Instituto Nacional de Educação de Surdos (Ines).
“A catequese especial existe para preparar os catequizandos para acompanhar este movimento se for o caso de inclusão”, explica Rosali. Ela chama atenção para o fato de que há muita gente que acha que a catequese especial se prepara como um “gueto”, no qual se separa as crianças e adolescentes com deficiência dos demais, mas não é bem assim. Para a coordenadora, é possível uma inclusão realmente verdadeira.
Para isso, deve ter uma preparação tanto da comunidade paroquial – “para receber, enxergar, acreditar, aceitar” – quanto do catequizando. “Temos caso de pessoas que mudam de banco quando percebem que tem um ‘especial’ do lado”, lamenta Rosali.
Este é um entre os vários desafios. Rosali conta que para muitos não é possível acompanhar a metodologia da catequese regular; em turmas com muitas crianças, sendo duas com algum tipo de deficiência, o catequista pode ter dificuldades de desempenhar o trabalho de forma satisfatória. Outro ponto é o “tempo de concentração”, que para as pessoas com deficiência é muito menor que na catequese regular.
Um dos desafios pode ter se tornado potencialidade no trabalho de catequese especial no Rio de Janeiro. Neste ano, o grupo conseguiu incluir na formação dos padres uma intervenção em relação à catequese especial. “Agora, é feita uma demonstração da catequese especial nos seminários. Nós temos um grande desafio de mostrar aos nossos sacerdotes a importância da catequese especial, espaços físicos acessíveis, salas reservadas”, enumera Rosali.
Iniciativa interessante foi realizada pela irmã Lúcia Imaculada, das Irmãs de Belém: “Ela dividiu os seminaristas que ela acompanha em grupos de 10 e fez com que eles visitassem as pastorais e todos os grupos visitaram a catequese especial, foi muito interessante, muito proveitoso”, comemora Rosali Vila Real.
Caminhos apontados pelos bisposA Igreja reconhece em documentos catequéticos a necessidade de dar a devida atenção às pessoas com deficiências e fazer esforços para superar todo tipo de discriminação. Também é lembrada a presença destas pessoas nas comunidades, onde há os que se sentem chamados a trabalhar junto àqueles com deficiência, que também estão envolvidas nas atividades da catequese ou de pastorais.
Já em 2005, quando foi aprovado o Diretório Nacional de Catequese, os bispos já percebiam o aumento do número de voluntários neste trabalho inclusivo, além da organização e da presença de organismos e movimentos representativos. Os bispos, naquela ocasião, buscaram a superação de ideias preconceituosas e de atitudes que dificultam o protagonismo social e eclesial. Também apontaram para a importância da família como parte fundamental na primeira experiência de comunidade das pessoas com deficiência.
“Esta catequese supõe uma preparação específica dos catequistas, pois cada necessidade diferente exige uma pedagogia adequada”, afirmaram os bispos reunidos na 43ª Assembleia Geral da CNBB. Uma indicação foi para contar com o apoio de profissionais, como médicos, fonoaudiólogos, professores, fisioterapeutas, psicólogos e intérpretes em língua de sinais “sem que se perca o objetivo da catequese”.
Mais recentemente, com novo impulso a uma catequese catecumenal, o episcopado brasileiro aprovou o Documento 107 da CNBB, que também propõe um caminho de acolhida à pessoa com deficiência, por meio da escuta e da compreensão de sua realidade. O texto orienta que não deve ocorrer a formação de grupos apenas com pessoas com deficiência, “pois o melhor para elas e para a comunidades é estarem incluídas nos grupos existentes”.
A comunidade paroquial também deve estar preparada neste processo, de acordo com o documento da CNBB, considerando questões referentes “a acessibilidade atitudinal, comunicacional, arquitetônica, à locomoção, à adaptação do mobiliário” a fim de garantir o bem-estar de todos, especialmente das pessoas com deficiência.
As indicações dos bispos motivaram a fonoaudióloga Francielly Guimarães de Oliveira Lippel a se aprofundar na temática da catequese inclusiva. Com 14 anos de experiência, atendendo pessoas com deficiência auditiva em suas diversas classificações, a profissional buscou se especializar em uma pós-graduação em Iniciação a vida cristã, pela Faculdade Católica de Santa Catarina (Facasc). Seu trabalho na catequese e o Documento 107 da CNBB a incentivara a mostrar um olhar diferenciado para as pessoas com deficiência. Assim, ela propôs como título de seu trabalho de conclusão de curso “Catequese inclusiva a serviço da Iniciação à Vida Cristã: um novo olhar para as pessoas com deficiência auditiva”.
“É necessário acolhermos todas as pessoas em suas diversidades e suas deficiências. Para isso é necessário estudo, dedicação por parte do clero e de toda comunidade que estará à frente deste projeto. É necessário entender a forma de comunicação, para que se possa anunciar o Cristo Jesus que a IVC propõe”, comenta.
Francielly é catequista há 20 anos e tem percebido a necessidade de acolhida: “Em diversas situações as crianças e ou jovens com algum tipo de deficiência foram a mim destinados. Sempre é necessário encontrar a forma como se comunicar com essas pessoas para que a evangelização, o querigma, seja anunciado de forma mística”.
E este tem sido um dos trabalhos de inúmeros catequistas Brasil afora: encontrar métodos para o anúncio às pessoas com deficiência.
Em Cascavel, Angelita Cunha aplica atividades que convidam seus catequizandos a manusear materiais confeccionados por ela e a interagir com outros catequizandos sem deficiência. “A catequese acontece de uma maneira tranquila e de fácil compreensão para todos os com deficiência e os sem deficiência. O segredo é amor e acolhimento, o resto acontece naturalmente”, conta.
Como frutos, ela partilha a conclusão da preparação para o Crisma de uma jovem com paralisia cerebral. Outros quatro catequizandos fizeram a Primeira Eucaristia: dois com TDAH, um com paralisia cerebral e outro autista.
No Rio de Janeiro, também são vários relatos e imagens que registram o ápice do trabalho com crianças e jovens que podem participar dos sacramentos, principalmente a Eucaristia e a Unção do Crisma.
Fonte CNBB

Canção sobre a Maria e o significado do Natal segue revolucionando YouTube [VÍDEO]

                    REDAÇÃO CENTRAL, 03 Dez. 18 / 05:00 am (ACI).- O videoclipe da canção “Mary, did you know?” (Maria, você sabia?), interpretada à capela pelo grupo Pentatonix, até então foi visualizado por mais de 184 milhões de pessoas depois de ter revolucionado o YouTube no seu lançamento em 2014.
Próximo ao tempo do Advento daquele ano, as cinco vozes do Pentatonix lançaram o seu disco natalino “That’s Christmas to me” vendido no iTunes, recordando o verdadeiro sentido das festas natalinas.
A letra da canção foi escrita pelo compositor cristão norte-americano Mark Lowry em 1984, a pedido de um pastor para um teatro de Natal. Lowry escreveu várias perguntas dirigidas à Virgem Maria.
Anos depois, Lowry buscou um fundo musical e foi Buddy Greene quem o compôs. Desde então, foi interpretada por mais de 30 artistas.
Esta é a letra da canção traduzida ao portuguêsMaria, você sabia?
Maria, você sabia que seu filho irá um dia andar sobre a água?

Maria, você sabia que seu filho vai salvar nossos filhos e filhas?

Você sabia que seu filho veio para te fazer nova?
Que essa criança que você deu à luz, em breve, trará a Luz para você?
aria, você sabia que seu filho vai dar visão a um cego?

Maria, você sabia que seu filho vai acalmar uma tempestade com a própria mão?

Você sabia que seu filho caminhou onde anjos pisaram?

Que quando beijava o seu bebê você beijava o rosto de Deus.

Maria, você sabia? Maria, você sabia?
Os cegos verão, os surdos ouvirão;

Os mortos voltarão a viver;
Os paralíticos saltarão;
Os mudos falarão os louvores do Cordeiro.

Maria, você sabia que seu filho é o Senhor de toda a criação?

Maria, você sabia que seu filho irá um dia governar as nações?

Você sabia que seu filho é o Cordeiro Perfeito dos céus?

Que o Menino adormecido que você segura é o grande EU SOU?
Fonte: Acidigital

O Natal não pode ser mundano, alerta Papa Francisco

Imagem referencial: Papa Francisco na Capela da Casa Santa Marta. Foto: Vatican Media.

Vaticano, 03 Dez. 18 / 08:21 am (ACI).- Na homilia de sua missa diária celebrada nesta segunda-feira, 03, na capela da Casa Santa Marta, o Papa Francisco pediu que o advento seja um tempo de purificação para que o Natal não se torne uma ocasião mundana, na qual o cristão esqueça que a data se trata de celebrar o nascimento de Cristo e a chegada da salvação.
Segundo informa hoje o site vaticanews.it, o Papa lembrou na sua homilia que o “tempo do advento tem "três dimensões": passado, futuro e presente. (...) O ponto de partida para as reflexões do Pontífice é o Evangelho de hoje (Mt 8,5-11): o encontro em Cafarnaum entre Jesus e um centurião, que pede ajuda ao seu servo, paralisado na cama. Ainda hoje, ele especifica, pode acontecer "habituar-se à fé", esquecendo sua "vivacidade".
"Quando estamos rotinizados perdemos a força da fé, aquela novidade de fé sempre renovada", afirmou o Santo Padre.
O Pontífice também enfatizou que a primeira dimensão do Advento é o passado, "a purificação da memória": "lembre-se bem que a árvore de Natal não nasceu", ela certamente é um "belo sinal", mas lembre-se que foi "Jesus Cristo que nasceu".
Ainda segundo vaticanews, o Papa refletiu: “O Senhor nasceu, nasceu o Redentor que veio para nos salvar. 
 Sim, a festa ... sempre temos o perigo, sempre teremos em nós a tentação de mundanizar o Natal, misturá-lo ... quando a festa deixar de ser contemplação - uma linda festa familiar com Jesus no meio - e começar a ser uma festa mundana: fazer despesas, presentes, e isto e o outro ... e o Senhor permanece lá, esquecido. Mesmo em nossas vidas: sim, ele nasceu em Belém, mas ... E o Advento é purificar a memória daquele tempo passado, dessa dimensão”.
O Papa Francisco, recordou também que para os cristãos Advento tem uma dupla dimensão: serve para "purificar a esperança" e para preparar "para o encontro definitivo com o Senhor". O Santo Padre lembrou novamente que quando o Senhor voltar, perguntará sobre nossas vidas, mas que este momento não será somente um juízo, mas um encontro pessoal. Para isso, o Papa Francisco pediu aos presentes purificar a esperança e cultivar a dimensão cotidiana da fé, apesar das preocupações e das muitas preocupações.
Por último o Pontífice ressaltou a terceira e mais cotidiana das dimensões do advento que é a vigilância, a espera orante pela vinda do Senhor recordada na liturgia, a vigilância para encontra-lo no momento da morte e para estar preparados para sua vinda definitiva no final da história.  
“Vigilância e oração são duas palavras para o advento; porque o Senhor entrou na história em Belém; Ele virá, no fim do mundo e também no final da vida de cada um. Mas vem todo dia, todo momento, em nosso coração, com a inspiração do Espírito Santo”, concluiu.
Fonte: Acidigital

Santo do Dia : São Francisco Xavier, grande santo missionário

São Francisco tornou-se cofundador da Companhia de Jesus

A Igreja que na sua essência é missionária, teve no século XV e XVI um grande impulso do Espírito Santo para evangelizar a América e o Oriente. No Oriente, São Francisco Xavier destacou-se com uma santidade que o levou a ousadia de fundar várias missões, a ponto de ser conhecido como “São Paulo do Oriente”. Francisco nasceu no castelo de Xavier, na Espanha, a 7 de abril de 1506, sofreu com a guerra, onde aprendeu a nobreza e a valentia; com dezoito anos foi para Paris estudar, tornando-se doutor e professor.
Vaidoso e ambicioso, buscava a glória de si até conhecer Inácio de Loyola, com quem fez amizade; e que sempre repetia ao novo amigo: “Francisco, que adianta o homem ganhar o mundo inteiro se perder a sua alma?” Com o tempo, e intercessão de Inácio, o coração de Francisco foi cedendo ao amor de Jesus, até que entrou no verdadeiro processo de conversão; o resultado se vê no fato de ter se tornado cofundador da Companhia de Jesus.
Já como Padre, e empenhado no caminho da santidade, São Francisco Xavier foi designado por Inácio a ir em missão para o Oriente. Na Índia, fez frutuoso trabalho de evangelização que abrangeu todas as classes e idades, ao avançar para o Japão, submeteu-se em aprender a língua e os seus costumes, a fim de anunciar um Cristo encarnado. Ambicionando a China para Cristo, pôs-se a caminho, mas em uma ilha frente a sua nova missão, veio a falecer por causa da forte febre e cansaço.
Esse grande santo missionário entrou no Céu com quarenta e seis anos, e percorreu grandes distâncias para anunciar o Evangelho, tanto assim que se colocássemos em uma linha suas viagens, daríamos três vezes a volta na Terra. São Francisco Xavier, com dez anos de apostolado, tornou-se merecidamente o Patrono Universal das Missões ao lado de Santa Teresinha do Menino Jesus.
São Francisco Xavier, rogai por nós!

1ª Semana do Advento - Segunda-feira Primeira Leitura (Is 4,2-6)

Primeira Leitura (Is 4,2-6)
Leitura do Livro do Profeta Isaías.
2Naquele dia, o povo do Senhor terá esplendor e glória, e o fruto da terra será de grande alegria para os sobreviventes de Israel. 3Então, os que forem deixados em Sião, os sobreviventes de Jerusalém, serão chamados santos, a saber, todos os destinados à vida em Jerusalém. 4Quando o Senhor tiver lavado as imundícies das filhas de Sião, e limpado as manchas de sangue dentro de Jerusalém, com espírito de justiça e de purificação, 5ele criará em todo o lugar do monte Sião e em suas assembleias uma nuvem durante o dia, e fumaça e clarão de chamas durante a noite: e será proteção para toda a sua glória, 6uma tenda para dar sombra contra o calor do dia, abrigo e refúgio contra a ventania e a chuva.
- Palavra do Senhor.
- Graças a Deus.

Salmo de Hoje : Responsório (121)


— Que alegria, quando me disseram: “Vamos à casa do Senhor!”
— Que alegria, quando me disseram: “Vamos à casa do Senhor!”
— Que alegria, quando ouvi que me disseram: “Vamos à casa do Senhor!” E agora nossos pés já se detêm, Jerusalém, em tuas portas.
— Jerusalém, cidade bem edificada num conjunto harmonioso; para lá sobem as tribos de Israel, as tribos do Senhor.
— Para louvar, segundo a lei de Israel, o nome do Senhor. A sede da justiça lá está e o trono de Davi.
— Rogai que viva em paz Jerusalém, e em segurança os que te amam! Que a paz habite dentro dos teus muros, tranquilidade em teus palácios!
— Por amor a meus irmãos e meus amigos, peço: “A paz esteja em ti!” Pelo amor que tenho à casa do Senhor, eu te desejo todo bem!