sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

Em Deus está a fonte da vida



Moisés um dia pediu a Deus: ''Mostra-me tua glória.

Deus respondeu: Farei passar diante de ti toda a minha bondade'' (Ex 33,18).

Foi assim que o Senhor se revelou, toda Sua glória e esplendor se resumem em bondade infinita.

A riqueza de Deus é a Divina Misericórdia d'Ele para com todas as criaturas. Todo o bem está em Deus Pai e somente n'Ele alguém pode ser bom.

É por isso que embora o mal pareça vencer no mundo, ele nunca prevalecerá, porque a bondade do Senhor dura para sempre.

A maldade e a malícia humana podem acumular mal sobre mal, mas acima delas a bondade de Deus em nada mudará.

Jamais o mal vencerá, porque Deus é bom e saberá transformar o que é mal em bem.

Em Jesus Cristo, Deus tira o bem até do mal, porque Deus-amor se entregou à morte de cruz por amor, por pura bondade.

Que alívio para nós! Que consolo! Que força! "Senhor, a vossa bondade chega até os céus, vossa fidelidade se eleva até as nuvens. Vossa justiça é semelhante ŕs montanhas de Deus, vossos juízos como as montanhas do mar...

Como é preciosa a vossa bondade, ó Deus; a sombra de vossas asas se refugiam os filhos dos homens...Porque em vós está a fonte da vida, e é em vossa luz que vemos a luz" (Salmo 36).

Vamos expressar, hoje, a bondade do nosso Deus dizendo muitas vezes: "Como Deus é bom! Deus é bom para mim! Porque Deus em mim é bondade, serei bondade em tudo que eu fizer". Jesus, eu confio em Vós!
Por: Luiza Santiago

Francisco e Bento XVI almoçaram juntos na Casa Santa Marta

Bento XVI e o Papa Francisco
VATICANO, 27 Dez. 13 / 03:00 pm (ACI/EWTN Noticias).- O Papa Francisco e o Bispo Emérito de Roma, Bento XVI, almoçaram juntos nesta sexta-feira na Casa Santa Marta, no segundo encontro de ambos em apenas alguns dias. A Santa Sé informou que em uma recente visita ao mosteiro Mater Ecclesiae, o Pontífice convidou o seu predecessor para almoçar com motivo destes dias festivos. Na comida também participaram Dom Georg Gaenswein –secretário de Bento XVI-, assim como Dom Alfred Xuereb e Dom Fabián Pedacchio, secretários de Francisco.
Com eles estiveram também o Secretário para as Relações com os Estados do Vaticano, Dom Dominique Mamberti, e o assessor para os Assuntos Gerais da Secretaria de Estado, Dom Bryan Wells.
Como se recorda, no dia 23 de dezembro o Papa visitou Bento XVI para desejar-lhe Feliz Natal, em um encontro que durou 45 minutos.
Na quinta-feira anterior ambos conversaram por telefone. Nos últimos meses o Papa Francisco visitou Bento XVI em numerosas ocasiões, com quem mantém uma grande proximidade.
Fonte: Acidigital

Renúncia de Bento XVI marcará o futuro da Igreja, afirma Pe. Lombardi

Pe. Federico Lombardi
VATICANO, 27 Dez. 13 / 02:41 pm (ACI/EWTN Noticias).- O diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, Pe. Federico Lombardi, afirmou hoje que a renúncia ao pontificado por parte de Bento XVI "foi uma escolha que marcou este ano e continuará a marcar também as próximas épocas da Igreja". Em diálogo com a Rádio Vaticano, o sacerdote assinalou que esta renúncia "terá consequências no que diz respeito aos próximos pontificados" e assegurou que "é a abertura de um caminho, digamos de uma possibilidade, que, como dizia bem Bento XVI, precisamente na sua motivação à renúncia está a ligação aos tempos que estamos vivendo".
"Não tanto, portanto a uma sua simples situação pessoal, quanto à colocação nos tempos com a aceleração, a acumulação que os problemas colocam", destacou.
O Pe. Lombardi destacou que Bento XVI viu isto "com grande lucidez e com grande humildade, precisamente para dar possibilidade de uma direção que ele definiu de renovado vigor, à Igreja. O que efetivamente aconteceu e que se deu de modo impressionante e inesperado".
Fonte: Acidigital

Mudança de Ano

  Por: DOM PAULO MENDES PEIXOTO

O último domingo de 2013, na liturgia católica, é dedicado à instituição familiar. A família é indicada como base fundamental para a sociedade. Até dizemos que “se a família vai mal, não será diferente com a sociedade”. Perdendo os valores familiares, caímos numa situação crônica de vulnerabilidade e insegurança.

Conservar valores significa ser feliz por amar o Senhor e andar em seus caminhos. É o que aconteceu com a Família de Nazaré, Jesus, Maria e José, apresentados como “família modelo”. Ali identificamos valores que são desprezados nos dias de hoje. Citando alguns dizemos da obediência, do respeito, da fidelidade aos compromissos assumidos e a defesa da vida até às ultimas consequências.

Estamos terminando 2013 com créditos positivos em muitas áreas da atualidade. Na esfera do mundo católico deparamos com a renúncia do Papa Bento XVI e a eleição do argentino Jorge Mario Bergoglio. Com Francisco, simples, humilde e corajoso, as expectativas da humanidade se refazem dentro de um clima de grandes expectativas de um mundo melhor e feliz.

O ano que termina foi marcado também por muitas práticas de violência, de desrespeito à vida humana, de muitos assassinatos, inúmeros acidentes fatais no trânsito etc. Foi ano de “mensalões” sendo colocados na cadeia, de gastos exorbitantes em estádios de futebol e em estradas tendo em vista a Copa do Mundo e as Olimpíadas.

O Brasil deveria ser encarado como uma grande família, com um povo de sentimentos cristãos e que teve a marca de fé desde sua origem. Tem uma riqueza de diversidade, de cultura, de história, mas com incapacidade para harmonizar todas as diferenças nos diversos setores da sociedade. Ressaltamos o belo progresso tecnológico, mas incapaz ainda de atender às necessidades das pessoas mais sofridas.

Agora é olhar para o próximo ano e projetar situações novas, realidades apoiadas nos sentimentos de bondade, humildade, paciência e perdão, entendidos como características próprias da vida familiar. A marca principal de 2014 deverá ser a esperança, a certeza da possibilidade de uma sociedade cada vez melhor e de vida digna para todos.

Santo de Hoje - Os Santos Inocentes



A festa de hoje, instituída pelo Papa São Pio V, ajuda-nos a viver com profundidade este tempo da Oitava do Natal. Esta festa encontra o seu fundamento nas Sagradas Escrituras. Quando os Magos chegaram a Belém, guiados por uma estrela misteriosa, “encontraram o Menino com Maria e, prostrando-se, adoraram-No e, abrindo os seus tesouros, ofereceram-Lhe presentes – ouro, incenso e mirra. E, tendo recebido aviso em sonhos para não tornarem a Herodes, voltaram por outro caminho para a sua terra. Tendo eles partido, eis que um anjo do Senhor apareceu em sonhos a José e disse-lhe: ‘Levanta-te, toma o Menino e sua mãe e foge para o Egito, e fica lá até que eu te avise, porque Herodes vai procurar o Menino para o matar’. E ele, levantando-se de noite, tomou o Menino e sua mãe, e retirou-se para o Egito. E lá esteve até à morte de Herodes, cumprindo-se deste modo o que tinha sido dito pelo Senhor por meio do profeta, que disse: ‘Do Egito chamarei o meu filho’. Então Herodes, vendo que tinha sido enganado pelos Magos, irou-se em extremo e mandou matar todos os meninos que havia em Belém e arredores, de dois anos para baixo, segundo a data que tinha averiguado dos Magos. Então se cumpriu o que estava predito pelo profeta Jeremias: ‘Uma voz se ouviu em Ramá, grandes prantos e lamentações: Raquel chorando os seus filhos, sem admitir consolação, porque já não existem’” (Mt 2,11-20) Quanto ao número de assassinados, os Gregos e o jesuíta Salmerón (1612) diziam ter sido 14.000; os Sírios 64.000; o martirológio de Haguenau (Baixo Reno) 144.000. Calcula-se hoje que terão sido cerca de vinte ao todo. Foram muitas as Igrejas que pretenderam possuir relíquias deles.
Na Idade Média, nos bispados que possuíam escola de meninos de coro, a festa dos Inocentes ficou sendo a destes. Começava nas vésperas de 27 de dezembro e acabava no dia seguinte. Tendo escolhido entre si um “bispo”, estes cantorzinhos apoderavam-se das estolas dos cônegos e cantavam em vez deles. A este bispo improvisado competia presidir aos ofícios, entoar o Inviatório e o Te Deum e desempenhar outras funções que a liturgia reserva aos prelados maiores. Só lhes era retirado o báculo pastoral ao entoar-se o versículo do Magnificat: Derrubou os poderosos do trono, no fim das segundas vésperas. Depois, o “derrubado” oferecia um banquete aos colegas, a expensas do cabido, e voltava com eles para os seus bancos. Esta extravagante cerimônia também esteve em uso em Portugal, principalmente nas comunidades religiosas.
A festa de hoje também é um convite a refletirmos sobre a situação atual desses milhões de “pequenos inocentes”: crianças vítimas do descaso, do aborto, da fome e da violência. Rezemos neste dia por elas e pelas nossas autoridades, para que se empenhem cada vez mais no cuidado e no amor às nossas crianças, pois delas é o Reino dos Céus. Por estes pequeninos, sobretudo, é que nós cristãos aspiramos a um mundo mais justo e solidário.
Santos Inocentes, rogai por nós!

Primeira Leitura (1Jo 1,5–2,2)




Leitura da Primeira Carta de São João.
5Caríssimos, a mensagem que ouvimos de Jesus Cristo e vos anunciamos é esta: Deus é luz e nele não há trevas. 6Se dissermos que estamos em comunhão com ele, mas andamos nas trevas, estamos mentindo e não nos guiamos pela verdade. 7Mas, se andamos na luz, como ele está na luz, então estamos em comunhão uns com os outros, e o sangue de seu Filho Jesus nos purifica de todo pecado.
8Se dissermos que não temos pecado estamo-nos enganando a nós mesmos, e a verdade não está dentro de nós. 9Se reconhecermos nossos pecados, então Deus se mostra fiel e justo, para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda culpa. 10Se dissermos que nunca pecamos, fazemos dele um mentiroso e sua palavra não está dentro de nós. 2,1Meus filhinhos, escrevo isto para que não pequeis. No entanto, se alguém pecar, temos junto do Pai um Defensor: Jesus Cristo, o Justo. 2Ele é a vítima de expiação pelos nossos pecados, e não só pelos nossos, mas também pelos pecados do mundo inteiro.

- Palavra do Senhor.
- Graças a Deus.

Salmo de Hoje (Sl 123)


— Nossa alma como um pássaro escapou do laço que lhe armara o caçador.
R- Nossa alma como um pássaro escapou do laço que lhe armara o caçador.
1- Se o Senhor não estivesse ao nosso lado, quando os homens investiram contra nós, com certeza nos teriam devorado no furor de sua ira contra nós. R
2- Então as águas nos teriam submergido, a correnteza nos teria arrastado e então, por sobre nós teriam passado essas águas sempre mais impetuosas. R
3- O laço arrebentou-se de repente, e assim nós conseguimos libertar-nos. O nosso auxílio está no nome do Senhor, do Senhor que fez o céu e fez a terra. R